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10 coisas que você precisa saber sobre a Medicina do Sono

10 coisas que você precisa saber sobre a Medicina do Sono

A Medicina do Sono é uma área ainda pouco conhecida, mas a importância da quantidade e qualidade das horas de descanso não é novidade para ninguém. Quem nunca sofreu com uma noite mal dormida?

Mas os problemas causados por esse “descuido” vão além de uma indisposição ou sono excessivo no dia seguinte. Os transtornos do sono podem gerar doenças e queda no desempenho cotidiano. E não é só isso, algumas doenças crônicas, como o diabetes, hipertensão e outras, se manifestam mais enquanto as pessoas dormem. E a obesidade também pode se desenvolver em pessoas com problemas no sono.

São tratados de maneira especial os pacientes que possuem algum problema ligado ao sono. Durante a polissonografia, exame que avalia o sono, realizado durante o tempo de descanso do paciente, todo o acompanhamento é feito pelos médicos especialistas e pelos técnicos responsáveis pelos exames. As avaliações são individuais e feitas pelo profissional que acompanhou o exame, um diferencial que atrai mais pacientes a cada dia.

A especialidade ainda é nova na medicina. Médicos que eram neurologistas, pneumologistas, psiquiatras, psicólogos começaram a se interessar pelo assunto e se aprofundar nas particularidades das doenças ligadas ao sono. A partir desse interesse no mundo e no Brasil, os médicos passaram a se especializar e estudar a fundo todos os aspectos do sono.

Saiba aqui um pouco mais sobre a Medicina do Sono:

  1. A Medicina do Sono surgiu na década de 70, de uma maneira espontânea, pelo interesse e conhecimentos mais aprofundados do que era o sono. Médicos de diversas especialidades, como neurologistas, psiquiatras, pneumologistas, psicólogos, se interessaram pelo assunto e surgiram as primeiras escolas de medicina do sono nos EUA e na Europa.
  2. No Brasil, surgiu nos meados da década de 90, mas o primeiro diploma de Notório Saber surgiu só em 2015.
  3. A apneia e a insônia são as doenças do sono mais conhecidas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 33% da população brasileira têm apneia. Já a insônia, de acordo com o Instituto Brasileiro do Sono, ocorre em 30 a 50% da população e em 10% de forma crônica.
  4. A Síndrome de Pernas Inquietas também é uma doença ligada ao sono.
  5. A Narcolepsia também é uma doença do sono onde a pessoa tem sono demais, por falta de uma substância cerebral que mantém a pessoa acordada.
  6. Outra doença de que logo nos lembramos quando falamos de sono é o sonambulismo, que atinge 2% dos adultos no Brasil. Nas crianças, tende a desaparecer por volta dos 12 anos.
  7. O surgimento da luz artificial pode ser visto como responsável pelo aparecimento de transtornos ligados ao sono, pois ela confunde o corpo humano sobre quando é dia ou noite, e o advento dos computadores, smartphones, tablets pioraram a situação, já que não “há hora” para mais nada. Com todos conectados 24 horas ao dia sobra pouco tempo para o sono, que se tornou “perda de tempo” para algumas pessoas.
  8. Alguns profissionais: médicos, enfermeiros, juízes, pilotos de avião, motoristas de caminhão e carros, entre outros, tendem as ter mais problemas relacionados ao sono por conta da carga excessiva de trabalho em horários não biológicos.
  9. A medicina do sono também se atenta aos diferentes relógios biológicos. Há pessoas diurnas e noturnas, o que é chamado de cronotipia, e exames e avaliação clínica conseguem identificar as diferentes características de cada um.
  10. Até a reprodução celular é afetada pela falta de sono nos horários adequados, o que pode contribuir para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Já há estudos relacionando um maior número de casos de câncer de mama em enfermeiras que fazem plantões noturnos frequentemente.

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