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A insônia pode influenciar no desenvolvimento da hipertensão?

A insônia pode influenciar no desenvolvimento da hipertensão?

A dificuldade para dormir ou para se manter dormindo ao longo da noite é um distúrbio bastante comum entre os brasileiros e é chamado de insônia. Além de atrapalhar o descanso durante a noite, a doença ainda gera consequências no dia seguinte, como cansaço físico e desatenção. No entanto, um dos maiores problemas é que a insônia facilita o desenvolvimento da hipertensão.

Com insônia, pressão arterial não diminui durante a noite

“Nosso corpo precisa de descanso. Uma noite mal dormida já pode elevar a pressão. A insônia crônica predispõe ao aparecimento de hipertensão em pessoas sem a doença e pode piorar o controle da pressão em hipertensos previamente compensados”, explica a cardiologista Ana Catarina de Medeiros Periotto. Durante o sono, a pressão arterial e os batimentos cardíacos, geralmente, têm uma queda de 10mmHg.

De acordo com a médica, a falta de repouso noturno já indica uma tendência à hipertensão ou que a pressão não está devidamente controlada, o que pode ser verificado em exames. “Tem sido demonstrado que pacientes que não apresentam expressiva queda noturna da pressão sofrem aumento na frequência de eventos cardiovasculares. Foi observado em hipertensos que a queda inferior a 10% relacionava-se a um pior prognóstico cardiovascular”, alerta a especialista.

Apneia do sono também contribui para o surgimento da hipertensão

No entanto, a insônia não é o único distúrbio do sono capaz de prejudicar a saúde do sistema cardiovascular. “Pessoas com apneia do sono, por exemplo, apresentam um risco duas vezes maior de infarto e derrame, comparando com a população em geral”, diz a profissional, o que ressalta a importância de buscar um sono de melhor qualidade.

Existem evidências crescentes de que a hipertensão arterial e a apneia do sono frequentemente coexistem, não somente por causa de fatores de risco em comum, como obesidade e sedentarismo, mas porque a apneia contribui para o aumento da pressão. Ana Catarina afirma ainda que o tratamento da apneia do sono com aparelhos respiratórios chamados de CPAP consegue melhorar o quadro de hipertensão.

Uma noite mal dormida é, invariavelmente, uma porta de entrada para uma série de inconvenientes. Cientificamente já foi comprovado que além do impacto físico, emocional e até estético, o sono interfere também na saúde. E, tratando-se do organismo, o alerta pisca com mais intensidade: a insônia crônica pode desencadear problemas cardíacos graves. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, pessoas que sofrem de insônia elevam a pressão arterial à noite. Hipertensão, vale lembrar, é um dos fatores de risco mais perigosos para o coração.

No caso de pacientes que sofrem com a insônia não há a diminuição da pressão arterial e isso faz com que o músculo cardíaco trabalhe enquanto deveria descansar. “O mais preocupante é o risco de se manter uma pressão alta por muito tempo. Se isso ocorre, há chances grandes de danos nas artérias e vasos, o que pode resultar em infarto, acidente vascular cerebral (AVC ) e insuficiência cardíaca ou renal”, explica o cardiologista José Aziz, de São Paulo.

Em outro estudo, feito pela Universidade Western Reserve, nos Estados Unidos, foi constatado também que a apneia do sono aumenta em até três vezes os riscos de AVC entre homens. A causa mais provável para que eles estejam mais vulneráveis do que as mulheres está ligada a maior duração da apneia do sono entre eles. Além disso, os homens podem desenvolver a síndrome mais cedo e, por isso, ficam mais tempo sem tratamento, uma vez que as complicações só começam a aparecer em idade avançada. “O maior perigo da interferência da falta de sono ao coração é a forma silênciosa que tudo acontece. Os pacientes não apresentam sintomas e, na maioria dos casos, nem sabem que o fato de não dormir bem pode ser nocivo ao coração”, explica Aziz.

Como prevenir 
Atitudes simples podem ser incorporadas na rotina para driblar a insônia. De acordo com o neurologista Shigueo Yonekura, ler um livro que não seja complexo antes de dormir pode ajudar a pegar no sono, assim como músicas calmas, massagens relaxantes ou chás que não sejam a base de cafeína.

Fonte:

https://cuidadospelavida.com.br
https://www.minhavida.com.br

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